Extremo Oeste Baiano

Da Redação Qua , 21/11/2018 às 16:31 | Atualizado em: 21/11/2018 às 18:40

ABAPA celebra convênio com a UNEB e a UFOB



A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (ABAPA) celebrou um convênio com as duas principais instituições de ensino e pesquisa do Oeste da Bahia: a Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB). A iniciativa tem como objetivo aproximar as ações que já vêm sendo desenvolvidas entre as entidades na área agrícola, visando a capacitação dos futuros profissionais do setor, bem como o financiamento de novas pesquisas que venham garantir maior produtividade e crescimento da produção de algodão na região.

O convênio, cuja solenidade ocorreu nesta semana, na sede da ABAPA, em Barreiras, foi assinado pelo presidente da entidade, Júlio Busato, pela reitora Pro-Tempore da UFOB, Iracema Veloso, e pelo diretor substituto do Campus IX da UNEB, Ramão Jorge Dornelles. Para a representante da UFOB, o convênio reforça a importância das parcerias firmadas entre a universidade e as entidades ligadas aos produtores rurais da região, como a ABAPA. “Já existe uma parceria entre os cursos de Agronomia da UFOB, do campus de Barra, e de Nutrição, com a parceria da cozinha industrial da Fazenda Modelo. Agora, com o convênio, queremos estreitar ainda mais esta parceria, e trazer também outros cursos, como os de Engenharia de Produção e Engenharia de Tecnologia, que ficam no campus em Luís Eduardo Magalhães”, afirmou.

O gestor da UNEB, por sua vez, afirma que a ABAPA tem cursos pioneiros nas áreas de Agronomia e que os seus professores e estudantes “podem se alinhar em ações de treinamento e de pesquisa e tecnologia, garantindo uma maior relação entre os profissionais e o setor agrícola da região”. Além das ações de profissionalização dos profissionais envolvidos no setor Agrícola, realizado pela ABAPA, por meio do Centro de Treinamento Parceiros da Tecnologia, o presidente Júlio Busato reforça a importância da aproximação com os professores e estudantes para “desmistificar” alguns preconceitos que separam o meio acadêmico e a produção agrícola. “A pesquisa e os eventos científicos são fundamentais para construir uma nova relação e desconstruir argumentos que somente prejudicam o desenvolvimento da região”.